Neste período foram defendidas 15 dissertações.

Útlima atualização 29/05/2017

 

Dissertações de 2014
 


Eduardo de Oliveira Magalhães

Título:A IMAGEM POÉTICA DE MURILO MENDES

Orientador:Prof.a Doutora Vera Lúcia de Oliveira Lins Páginas: 187



Esta dissertação aborda a imagem na obra de Murilo Mendes (1901 – 1975) a partir de quatro perspectivas: a ironia, a música, o surrealismo e a crítica de artes plásticas. A intenção é sugerir como em cada um dos quatro âmbitos há uma marca singular muriliana que foge de todas as ortodoxias e como esses planos se amalgamam num projeto poético de alçada plural e universal. A ironia (especialmente do livro Poemas) é pensada para além das amarras modernistas, sob forte carga polifônica, e numa tensão dialética não hegeliana. Quanto ao surrealismo "à brasileira" (com enfoque em O visionário), como o próprio poeta o definiu, é visto como um projeto ímpar da inteligência e da sensibilidade muriliana, em que arte e vida não se dissociam. A música (partindo de Formação de discoteca), tão pouco estudada pela crítica, traz, sobretudo, o dodecafonismo de Schoenberg, as inovações de Debussy, de Stravinsky, o diálogo do jazz com a tradição e a grande paixão musical de Murilo, o gênio Mozart. A intenção é pensar como o apuro musical do poeta se apresenta nos seus versos e como ele parte de uma poética mais "derramada" para chegar à fase dos versos "enxutos". Por fim, a crítica de artes plásticas (sobretudo os livros Retratos-Relâmpago e A invenção do finito), numa escrita poética, ensaística, faz se imbricarem a ironia, o surrealismo e música, formando uma crítica que não sentencia verdades sobre as obras, mas que dialoga com elas por via da imagem.

 

Brena Suelen Siqueira Moura

Título:DA OBRA AO ENIGMA: O ARTISTA COMO OBRA EM TO THE LIGHTHOUSE

Orientadora: Prof.a Doutora Flavia Trocoli Xavier da Silva Páginas: 102



Esta dissertação versa sobre a representação do artista no romance moderno, no caso, em To the lighthouse de Virginia Woolf. Quando a pintora Lily Briscoe desenha a mancha no quadro, representando mãe e filho, ela consagra tanto na pintura, quanto na narrativa, a destituição do artista de suas funções tradicionais. O desvanecimento do narrador onisciente na narrativa implica uma série de novas questões para a representação moderna. Uma delas é a personagem enigmática Mrs. Ramsay que provoca vários empecilhos no processo criativo de Lily Briscoe por causa de seu discurso de tom melancólico e de sua narrativa de perda. Lily Briscoe, por sua vez, sublima e desenha rostos vazios em seu quadro. Temos o que chamamos de estética da destruição que seria um novo modo de fazer a Arte no período entre guerras. Considerando a leitura destrutiva provocada pela guerra, pretendemos considerar o saldo, positivo ou negativo, dessa fase para o romance moderno.

 

Dionisio David Márquez Arreaza

Título: IDEALISMO E REPÚBLICA: PERSONAGENS FRACASSADAS COMO CRÍTICA AO PROJETO DE NAÇÃO EM TRISTE FIM DE POLICARPO QUARESMA, DE LIMA BARRETO, E EN ESTE PAÍS...!, DE URBANEJA ACHELPOHL

Orientador: Prof. Eduardo F. CoutinhoPáginas: 139



Esta dissertação tem como eixo a crítica ao projeto nacional em dois romances latino- americanos: Triste fim de Policarpo Quaresma (1915), do brasileiro Lima Barreto, e En este país...! (1920), do venezuelano Urbaneja Achelpohl. A análise dos protagonistas nacionalistas e idealistas em ambos os romances revela as tensões que caracterizam o discurso de fundação nacional ou “retórica fundacional”, e particularmente a prática constitucional e/ou republicana, em ambos os países. Na medida em que as personagens interagem com a ideologia nacionalista, o trabalho agrícola e o combate armado, a idéia de nação oscila entre a inclusão retórica e a exclusão social, esta herdada da escravidão e do sistema latifundiário. A pesquisa se baseia na leitura da história política como “subtexto” da construção romanesca, seguindo o modelo interpretativo de Fredric Jameson. O teor comparatista da dissertação visa demonstrar como as produções literárias do Realismo latino- americano do início do século XX, dotados de uma função social, representam artisticamente as contradições do constitucionalismo, destacando as diferenças políticas de cada país e a heterogeneidade da idéia de “república” na América Latina.

 

Rafael Delgado Gomes Ottati.

Título: PANAMÉRICA, DE JOSÉ AGRIPPINO DE PAULA, E A POÉTICA DA ENTROPIA

Orientadora: Prof. Dr. Eduardo de Faria Coutinho Páginas:207



A presente dissertação tem por objetivo analisar o romance PanAmérica, de José Agrippino de Paula, em contato constante com o pensamento filosófico, político, estético e ideológico da época em que foi escrito. Sua publicação em 1967 é emblemática no tocante à guinada de pensamento rotulada anos depois de pós-modernidade. A década de 1960 mostrou-se igualmente conflituosa e contraditória, carregando em seu bojo os paradoxos da modernidade, sintetizados em diversas dicotomias que a arte pós-modernista aceitou como parte construtiva da identidade fragmentária, plural e provisória do sujeito. As dicotomias paradoxais modernas, dentre as quais são citadas a Razão/Emoção, a realidade/ficção, a história/literatura, o Sagrado/Profano e o Erudito/Popular, perpassam a tessitura ficcional de PanAmérica, sendo constantemente expostas e problematizadas. O texto fictício analisado, uma hibridização dos gêneros literários tradicionais “romance” e “epopeia”, atravessa as mais variadas questões, esfacelando os contornos que separam os conceitos herdados da racionalização Iluminista. Os indivíduos heroicos da epopeia clássica são, aqui, encarnações dos mitos do capitalismo em sua fase tardia: estrelas da Indústria Cultural, que questionam, entre outras coisas, a noção mesma de celebridade. Como tal, esses sujeitos, construídos em relação intrínseca, ambivalente e indissociável com o público-consumidor hodierno, evidenciam a inconstância, a fragmentariedade e a liquidez dos relacionamentos humanos nos tempos atuais. A entropia ficcional de José Agrippino de Paula, dessa maneira, envolve, além dos heróis míticos, a narrativa historiográfica, o tempo, o espaço e, mesmo, o conceito de unidade em sua obra. Ela se volta também aos anseios, às vontades e às constituições da massa plural que habita todo o vasto continente americano.

 

Karla Louise de Almeida Petel

Título:NARRAR O INENARRÁVEL? TENTATIVAS DE REPRESENTAÇÃO DA SHOÁ, EM VER: AMOR, DE DAVID GROSSMAN

Orientador: Profa. Dra. Martha Alkimin de Araújo Vieira Páginas: 149



A presente dissertação objetiva analisar o romance Ver: Amor, do autor israelense David Grossman, levando em consideração principalmente sua singularidade ao tratar de um tema tão complexo como o Holocausto. Como judeu já nascido no recém-formado Estado de Israel, o escritor transmite, através de sua literatura, o trauma e o luto que permaneceram como cicatriz do povo judeu até hoje, decorrente de sua quase dizimação no início do século passado. Através de realismo, fantasia, ilusão e texto enciclopédico, a obra empreende diversas tentativas de representação da catástrofe que se abateu sobre o judaísmo europeu e manchou toda a humanidade. Entretanto, ao passo que Ver: Amor se dedica a tentar expressar até aonde pode chegar a barbárie humana, também está inscrito, de antemão, sob uma espécie de “estética do fracasso”, por reconhecer que a linguagem, assim como é pletórica, é igualmente insuficiente para realizar tal tarefa. Além disso, sua publicação, em 1986, reforça que a manutenção da memória da Shoá está saindo cada vez mais da alçada dos textos de teor testemunhal para figurar entre as narrativas de ficção, uma vez que os sobreviventes da Segunda Guerra Mundial são bem poucos atualmente. Ver: Amor é um texto literário marcado por seu caráter fragmentário e aporético, características emblemáticas do indivíduo e do cenário da chamada pós- modernidade, integrantes de uma realidade de violência e horror altamente banalizados e produtora de profunda apatia entre os sujeitos.

 

Cyntia Leandro da Cruz

Título: Três vezes Gregor Samsa: a câmera, o gesto e o mostro.

Orientadora: Danielle dos Santos Corpas, Páginas: 119



O objetivo da dissertação foi analisar quatro adaptações para meios audiovisuais (cinema, televisão e internet) de A metamorfose, de Franz Kafka: a primeira, alemã, do ano de 1975, por Jan Němec; a segunda, russa, do ano de 2002, por Valery Fokin; a terceira, espanhola, do ano de 1993, por Carlos Atanes; e a quarta, inglesa, do ano de 2012, por Chris Swanton. O ponto de partida para este estudo é o modo como elas diferem na forma como figuram Gregor Samsa, pois, em boa medida, é nele que se concentra a dimensão crítica da obra. Para dar conta desta análise foram considerados os dilemas críticos do espaço temporal e espacial da época na qual Kafka viveu, uma época de transformações radicais na percepção humana, pelo boom tecnológico do capitalismo industrial e a emergência das grandes metrópoles. Com sua sensibilidade crítica e experiência profissional e pessoal, ele não deixou passar despercebido em sua obra as problematizações de seu tempo e, assim como Georg Simmel, Walter Benjamin e Siegfried Kracauer, o avaliou a partir de uma concepção neurológica da modernidade. Por outro lado, também se levou em conta a crítica que percebe alguma afinidade da estética do escritor com o cinema, que com sua força impositiva não deixou mais espaço para contemplação nos moldes das artes plásticas e da fotografia. Resta saber se o cinema é capaz de traduzir para sua linguagem as nuances críticas pertinentes à obra de Kafka.

 

Mayara Alexandre Costa

Título: Terra em trânsito: narrativas contemporâneas dos sertões nordestinos

Orientador: Matha Alkimin de Araújo Vieira Páginas: 150



Este trabalho investiga as imagens do sertão nordestino produzidas por três narrativas contemporâneas: Galileia (2008), romance de Ronaldo Correia de Brito, Deserto Feliz (2007), filme de Paulo Caldas e O céu de Suely (2006), filme de Karin Ainouz. Será observado de que maneira as imagens das referidas narrativas se relacionam com o acervo visual e discursivo produzido ao longo do século XX sobre esse território. O intuito é apontar como as narrativas que voltam ao sertão nordestino, no início do século XXI, redimensionam as questões que o definiram. Para tanto, será discutido o modo como as imagens e temas que caracterizaram essa territorialidade como dotada de uma identidade fixa, um espaço natural, essencial e doador de uma identidade originária, reaparecem nessas obras, entrelaçadas a outros discursos que possibilitam sua ressignificação. As obras aqui analisadas iluminam outras tramas do sertão nordestino, enfatizando os variados trânsitos que o atravessam nas últimas décadas.

 

Ricardo de Souza Cruz.

Título: A morte como forma no romance clariceano

Orientadora: Ronaldo Pereira Lima Lins/ Páginas: 151



Clarice Lispector pode ser considerada como um dos principais escritores do século XX a utilizar a técnica de fluxo da consciência em sua obra. Tratando, portanto, de uma narrativa que apresenta tanto em seu conteúdo quanto em sua forma a intensa e difícil presença da morte. Esta aparece como um encontro na escuridão de dois elementos: o mal e o amor. Para chegarmos à morte, é preciso entender de que modo essa união ocorre, revelando assim o sentido da vida do homem moderno. A escrita de Clarice que preferimos estudar é sobretudo a que surge na forma de romance. A trama romanesca da autora mostra o quanto de imoral pode haver em tal narrativa, testemunhando a evidente intenção de revelar que sujeito está escondido por detrás das proibições inventadas pela cultura.

 

Leonardo Augusto Bora

Título: A Antropofagia de Rosa Magalhães

Orientador: Frederico Augusto Liberalli de Góes Páginas: 336



A dissertação investiga os diferentes discursos e símbolos observáveis na fragmentada narrativa de enredo desenvolvida pela carnavalesca Rosa Magalhães para o desfile da escola de samba Imperatriz Leopoldinense, no carnaval de 2002, intitulado Goitacazes... Tupi or not Tupi, in a South American Way!. O tema e fio condutor do enredo, a antropofagia (física e cultural), une os conflitantes momentos de uma alegoria da brasilidade: dos relatos dos primeiros cronistas que aportaram em nosso país parte-se para o romantismo indianista, em conformidade com os ideais de unificação nacional do Império, destacando-se o romance O Guarani, de José de Alencar; na sequência, o movimento modernista de 1922 e o seu desdobramento no Manifesto Antropófago, redigido por Oswald de Andrade e ilustrado por Tarsila do Amaral, em 1928, roubam a cena, propondo outra configuração da identidade nacional e da temática indígena (menos arraigada à nobreza e a um modelo de civilidade e honradez e mais preocupada com a crítica social – o anarquista canibal em oposição ao índio postiço ou de tocheiro do período romântico); finalmente, o enredo aborda o neoantropofagismo da Tropicália e o universo simbólico que enreda Carmen Miranda, considerada precursora da antropofagia cultural e musa de um determinado Brasil, marcado pela alegria, pelo exotismo e pela cafonice, sob o manto da folia momesca. Mas o enredo não se esgota nessa sequência de retalhos temáticos: patrocinado pela cidade de Campos dos Goytacazes, tornou-se um símbolo de o quanto a relação entre artistas e patrocinadores pode ser conflituosa; além disso, se observado enquanto peça do conjunto de narrativas desenvolvidas no período de 1992 a 2002, a sinopse e o desfile se mostram representativos de um estilo (sintético e autofágico), inseridos em uma tradição, embora não livres da experimentação radical e de momentos de negação do anteriormente defendido – uma teia complexa, portanto. A figura do índio, que aparece oito vezes num período de onze anos, é reprocessada em 2002, num exercício de plasticidade; o culto à miscigenação e ao carnaval brasileiro enquanto explosão de nacionalidade também é uma recorrência narrativa, opção temática em conformidade com um histórico de enredos da Imperatriz Leopoldinense – o que serve para se pensar os limites da autoria. Mais comprometido com as perguntas que com as respostas, exercitando o olhar dialético de que fala Didi-Huberman, o estudo mostra que as narrativas carnavalescas das escolas de samba podem gerar centelhas reflexivas de grande poder incandescente; os volteios temáticos de Rosa Magalhães são convites sucessivos a se pensar o problemático conceito de identidade nacional e o entre-lugar latino-americano.

 

Thatiane da Silva Azevedo

Título: Biografia, Escrita e Poeticidade: Conformidade e Ruptura em Pedro Abelardo e Cristina de Pizan.

Orientadora: Professor Doutor Eduardo de Faria Coutinho Páginas: 76



A partir de uma reflexão sobre os papeis dos intelectuais da Idade Média, dois se levantaram devido à sua capacidade de romper e de se conformar. Esse aparente paradoxo tornou possível uma investigação mais profunda da obra História das Minhas Calamidades de Pedro Abelardo e da obra O Espelho de Cristina de Cristina de Pizan. O primeiro viveu no século XII e participou do renascimento urbano, comercial e intelectual. O segundo viveu no século XIV e participou dos embates intelectuais e lutou contra a misoginia. Ao comparar os seus contextos históricos e as suas bases intelectuais, procuramos proporcionar ao leitor as mudanças que ocorreram nesses períodos e como esse professor de filosofia e essa importante escritora medieval participaram ativamente para que essas transformações começassem. No entanto, o destaque a eles não se deu apenas por terem sido intelectuais, mas pelo confronto de seus posicionamentos. Enquanto o primeiro produziu seus tratados de dialética vivendo em abadias e monastérios, negando-se a viver seu eminente amor com Heloisa e enfrentado corajosamente os importantes clérigos de seu período, a segunda produziu suas obras e lutou incansavelmente no período em que viveu na corte, até extingui-los, quando em um convento.

 

Jonathan Gomes Henrique

Título:A UNIDADE POÉTICA DE RADUAN NASSAR

Orientador: EDUARDO MATTOS PORTELLA Páginas: 179



Raduan Nassar nos intriga de vários modos: por já ter abandonado a escrita quando publicou seu primeiro livro; por comparar a criação literária a uma criação de galinha; por desenvolver suas narrativas no esteio de suas memórias e leituras; por produzir narradores protagonistas que comungam uma certa visão de mundo, a saber: afastando-se das noções de humanidade em progresso e de homem moderno; guardando-se atrás de silêncios e dissimulações; sendo dados a um princípio contemplativo da natureza e da vida; defendendo duramente suas reservas e sua postura; acusando o fracasso e a inutilidade da comunicação; invocando o corpo como base de experiências e de formação de valor. A presente dissertação propõe uma abordagem da produção de Raduan Nassar tentando dar a esses múltiplos traços a unidade de uma ação singular de onde se extrairiam e se produziriam ulteriormente: uma unidade poética.

   

Daniel Christovão Balbi

Título:RASGA CORAÇÃO: O SENTIDO DE “REVOLUCIONÁRIO” POR SELEÇÃO METONÍMICA

Orientadora: Professora Doutora Eleonora Ziller Camenietzki Páginas: 124



Em Rasga Coração observa-se que a identidade e distinção características entre seus personagens potencializam-se na contracena, propositadamente, e conformam o desenho estrutural da peça, a partir do que se capta um direcionamento semântico que corresponde à consciência do trato do pavimento ideológico de sua obra. A análise desse desenho estrutural alcança indicar que dado do real é nela essencialmente formalizado. Assim, tendo como foco os deslocamentos do(s) constituinte(s) dramático “revolucionário” almeja-se, a partir desse recorte, verificar de que maneira a sua posição relativa em relação aos outros constituintes que o texto organiza e suas movimentações ao longo da peça se dão em função da necessidade de gerenciar a intriga, garantindo a orientação de uma linha interpretativa e o cumprimento de uma função dada que seja, pois, conduzir à revisão do significado de “revolucionário” e ao atestamento da justeza de determinadas convicções políticas e opções estéticas.

 

Victor Doblas Heringer

Título: Enrique Vila-Matas: A ironia e a reinvenção da subjetividade

Orientador: Profa. Dra. Beatriz Resende Páginas: 115



A obra do autor catalão Enrique Vila-Matas se presta, à primeira vista, a inúmeras considerações teóricas, visto que seus livros (e não raro os próprios narradores e personagens) tratam abertamente de questões da teoria da literatura (a ironia, o desaparecimento do autor, o duplo, a autoficção etc.). A partir de algumas dessas questões, explicitadas no romance Paris não tem fim e em outros textos, este trabalho tem por objetivo investigar o papel da ironia na reinvenção do conceito de sujeito e na subjetividade, que aparentemente retornam ao campo de visão do pensamento contemporâneo.

 

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