Nesse período foram apresentadas 23 dissertações. 

Dissertações de 2007

Ana Paula Nascimento de Souza

Título: Pet shop mundo contemporâneo: o nosso tempo através do olhar de Zeca Baleiro

Orientador: Helena Parente Cunha Páginas: 130



Este trabalho tem como objetivo um comentário de letras de músicas do cantor e compositor maranhense Zeca Baleiro. O estudo das canções leva a uma reflexão sobre o momento histórico que elas focam e no qual elas são produzidas – a Contemporaneidade. A proposta da autora é observar a obra de arte registrando e refletindo sobre a história. E, também, montar um quadro interpretativo desse período através do olhar do artista. Assim a análise tem como base os eixos temáticos mais sugeridos nas canções de Zeca Baleiro: a identidade, as relações interpessoais, o consumo e a globalização. O corpus selecionado para estudo concentra-se nos cinco cds autorais de Zeca Baleiro, a saber: Por onde andará Stephen Fry?, Vô Imbolá, Líricas, Pet Shop Mundo Cão e Baladas do Asfalto e outros blues.

 

André Ribeiro Poyart

Título: Os caminhos da criação: o jogo da verdade no brotar da inspiração

Orientador:Antônio José Jardim e Castro Páginas: 83



Este trabalho põe em questão o momento da criação de uma obra de arte. O eterno conflito entre criador e criatura, artista e objeto, para o surgimento de uma coisa maior, que revela caminhos essenciais na constituição do homem como ser. O desabrochar da inspiração. A relação do artista com sua arte, da arte com seu artista, de artista e arte com o mundo que os cerca. O que há, para além de toda e qualquer técnica, meio, ritual ou padrão formal, nesse fazer humano tão especial, tão fantástico, tão intimamente ligado com a própria condição de o homem ser e existir.

 

Anna Paula Soares Lemos

Título:Ariano Suassuna, o palhaço-professor e sua Pedra do Reino

Orientador: André Luiz de Lima Bueno Páginas: 132



A presente dissertação de Mestrado trata do Romance da Pedra do Reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta do escritor paraibano Ariano Suassuna. O fio condutor é o narrador Dom Pedro Dinis Ferreira Quaderna, que, do centro de uma narrativa meio palco, meio picadeiro, na posição de um palhaço-poeta, lida com as diversas tensões de pensamento que seu discurso provoca. Em última análise, a pesquisa aponta como, no romance, o autor Ariano Suassuna faz a mediação entre a cultura popular e a erudita, o arcaico e o moderno, o rural e o urbano, a cultura oral e a letrada, o Brasil Real e o Brasil Oficial.

 

Artur de Freitas Gouvêa

Título: Música : a questão da interpretação

Orientador: Antônio José Jardim e CastroPáginas: 103



Em um mundo erigido sobre a égide da técnica, o que se faz aqui é uma tentativa de pensar a arte, especificamente a música, em um jogo de fuga e reunião dessa técnica, concentrando na interpretação como foco principal na abordagem da música. Buscando uma percepção do mundo através da música, este antes de tudo já é um trabalho de interpretação e todas questões que se fazem necessárias no texto são para essa percepção de mundo, expressando o ser através da escuta da linguagem. Como as palavras são aqui o meio com que é feita a interpretação da música, encontra-se no texto uma tentativa de fusão, procurando fazer emergir o poético da música no texto e o poético do texto pela música.

 

Diogo dos Santos Silva

Título: Rex quondam, rexque futurus: sobre a essência divina dos heróis

Orientador: Antonio Jardim Páginas: 151



A partir dos estudos das fontes medievais do mito arthuriano, este trabalho pretende fazer um resgate da vigência mitológica primeira de personagens da Matéria da Bretanha.

 

Fábio Henrique Cruz Pinheiro

Título: Poesia como Plano de Fuga

Orientador: Vera Lucia de Oliveira LinsPáginas:111



O presente trabalho levanta reflexões sobre a arte literária e sua relação com o mundo moderno povoado pelos meios de comunicação de massa responsáveis pela banalização da linguagem e da vida humana. Se por um lado o sistema capitalista criou a indústria cultural com o intuito de massificar a cultura e, conseqüentemente, manipular a população a partir daconsciência para assim poder atingir seus objetivos, por outro a prática literária assumiu uma postura que procura desenvolver uma arte poética a fim de desestabilizar a linguagem da comunicação, criando uma poesia capaz de devolver ao homem sua essência. A partir deste embate o estudo desenvolve uma análise em dois níveis: num primeiro identifica os textos literários que resistiram ao processo de massificação durante a evolução das tecnologias desenvolvidas pelas instâncias do poder e, num segundo, aponta os caminhos a serem trilhados pela atividade poética no capitalismo avançado - quando o sujeito massificado, constantemente em contato com uma linguagem a serviço da técnica, encontra-se cada vez mais distante de sua natureza. Com esse intuito, o estudo fundamenta-se no exame das obras de dois poetas contemporâneos brasileiros - Tarso de Melo e Sebastião Uchoa Leite - para pensar com o a literatura vem respondendo às indagações de seu tempo.

 

Giovanna Marina Giffoni

Título: O ecoar da oralidade: a escrita como magia criadora e silêncio tumular

Orientador: Antonio Jardim Páginas: 75



O presente trabalho debruça-se sobre o estudo de dois modos de ser em relação às diversas manifestações artísticas ou culturais — o modo de ser da oralidade e o modo de ser da escrita.

 

Helaine Christian Alves Santos

Título:O belo é o belo é o belo belo: a i-mundície na poética de Manuel Bandeira



 

Joel Theodoro da Fonseca Júnior

Título: A fragmentação do eu no ocidente após o século XIX e suas expressões em contos de Machado e Lobato

Orientador:Ronaldo Lima Lins Páginas:182



O objetivo desta dissertação é analisar os episódios centrais e periféricos do período que se convencionou denominar Fin-de-Siècle. Como ponto de maior interesse, vamos estudar os efeitos diretos sobre as pessoas que viveram naqueles dias e nas que vieram depois delas.
O ponto central desta dissertação é a notada fragmentação do Eu que se percebe no homem ocidental desde os anos 50 do século XIX até os anos 20 do século XX. Como elemento literário, foram escolhidos dois importantes autores brasileiros, Machado de Assis e Monteiro Lobato e, de suas vastas obras, foram escolhidos alguns contos para demonstrar como a influência dos episódios em questão permeou a literatura como vínculo de narrativa do homem e seu tempo.

 

Juliana de Oliveira Menezes

Título:A importância do corpo feminino nos contos de João do Rio

Orientador:Luiz Edmundo Bouças Coutinho Páginas:81



O presente trabalho é um estudo sobre a caracterização de algumas personagens femininas nos contos de João do Rio. Estas se apresentariam como elemento sinalizador dos tempos modernos, que chegam à cidade do Rio de Janeiro no início do século XX. Traçando um histórico dos alicerces do movimento decadentista e da capital do Brasil na passagem do século XIX para o século XX, o estudo aborda parte da vida de João do Rio, sua visão e admiração pela Cidade do Rio e por escritores decadentistas europeus. Analisando a forma com que o autor apresenta o corpo feminino, aqui, a mulher, e suas atitudes, comparamo-la com as características e as condições conhecidas das mulheres do século anterior. Associando a importância da composição de sua imagem no mundo moderno, sua imagem é comparada a da Salomé decadentista. Notamos um desenvolvimento da mulher como corpo ativo na sociedade em transição. Esta deixa a condição de corpo submisso para assumir uma posição ativa no novo mundo.

 

Leila Miccolis

Título: A questão taxinômica do poema dramático e sua aplicação na construtura "Calabar", de Lêdo Ivo

Orientador: Luiz Edmundo Bouças Coutinho Páginas:99



Desde a sua nomenclatura, o poema dramático tem sido alvo de uma série de permanentes equívocos, o que o tornou um gênero híbrido, composto por dois gêneros que caminham em direções diferentes: o lírico e o dramático. Devido a tal indefinição genérica, o poema dramático não tem despertado grandes interesses nem por parte da Teoria Literária, por seu componente teatral, nem pelo lado da Teoria do Teatro, por sua literariedade. Prejudicado desde o início, portanto, por uma terminologia dúbia que lhe é mais danosa do que benéfica, uma exata categorização é extremamente importante, em seu caso, porque muda sua voz, sua perspectiva e sua própria proposta estética. Visa o presente trabalho apresentar o poema dramático em toda a sua epicidade, baseando-nos na obra de Emil Staiger, que, retomando a tripartição aristotélica dos gêneros, reformula-a, acrescentando-lhes a visão ontológica, e demonstrando, no caso do gênero épico patético, que o palco é elemento constitutivo de sua literariedade. Através de tal angulação, o poema dramático deixa de ser um “teatro literário" (uma lírica encenada) para ser uma literatura (poesia) que traz, já em seu texto, as noções de palco e de um público consigo, pela presença do narrador. Consideramos Calabar - Um poema dramático, de Lêdo Ivo, um épico, porque a obra contém praticamente todos os elementos do gênero mencionados por Aristóteles; e um épico patético, porque, entre outras características, os personagens investem contra o status quo, perseguindo passionalmente o seu ideal, qual seja: uma pátria da qual se orgulhem. Por sua vez, Calabar - Um poema dramático contém elementos narrativos inovadores, que, em vez de descaracterizar o gênero, constitui-se de material precioso para repensarmos nas aproximações e distanciamentos da epopéia de hoje em confronto com seu modelo clássico. Percebendo o poema dramático como uma das manifestações do gênero épico na pós-modernidade, queremos contribuir para uma diferente escuta dele, a fim de o entendermos melhor, promovendo também, através dessa maior precisão taxinômica em relação a ele, o início de um levantamento de dados do pathos e do gênero épico, em nossa realidade cotidiana, através da volta do trágico nas sociedades contemporâneas.

 

Lívia Aparecida de Almeida e Sousa

Título: Tempos e contratempos em Cem Anos de Solidão



 

Livia Lemos Duarte

Título: Do malandro ao bicho-solto



 

Luciana da Costa Ferreira

Título: Um personagem chamado Lima Barreto

Orientador: Luiz Edmundo Bouças Coutinho Páginas:148



O presente trabalho tem por objetivo básico o estudo da figura do escritor carioca Afonso Henriques de Lima Barreto. O exame do romancista conduz ao questionamento de conceitos da crítica literária como biografia, ficcionalidade, cânone e relação entre mundo literário e processo social. A proposta da autora é repensar o quanto a crítica literária transforma um autor real em um personagem. E, também, como o próprio escritor pode se transformar em um ser ficcional. Com isso, a análise tem como base a noção de indivíduo concreto (Afonso Henriques) e indivíduo construído (Lima Barreto). Por fim, o alvo de estudo está concentrado nos textos- tutores de Lima Barreto e nas inspirações além do texto: a grande força da literatura barretiana.

 

Luciana da Silva Santos

Título: A obra de arte como fonte

Orientador: Manuel Antônio de Castro Páginas:103



Temos como objetivo no presente trabalho apresentar os textos “Prefácio Interessantíssimo” e A Escrava que não é Isaura, que foram escritos por Mário de Andrade. Um dos focos principais do “Prefácio” e da “Escrava” é a poesia. É a respeito dela que os textos nos farão refletir. Nossa finalidade não é trazer respostas prontas e acabadas, mas pensar, questionar. O “Prefácio Interessantíssimo” é um texto escrito com estrofes e versos livres, dando a impressão de total espontaneidade. Nele é exposta a teoria denominada desvairismo. Na introdução da obra A Escrava que não é Isaura Mário nos mostra a “Parábola”. Por meio desta, apresenta-nos a poesia como uma mulher. A primeira parte (poética) trata da criação, das belas artes, da poesia, da beleza. Na segunda parte (retórica), dedicada ao criador, nota-se a descrição e a conceituação das técnicas de composição poética. Por fim, tem-se a conclusão com o “Post-fácio”.

 

Luiza Maria de Oliveira Vianna

Título: Ítalo Calvino e o riso como saber

Orientador: Ronaldo Lima Lins Páginas:154



O trabalho pretende analisar o romance Palomar, de autoria de Ítalo Calvino, publicado em 1983, que, através da linguagem humorística, fala sobre a complexidade da vida contemporânea. O romance narra diversas passagens da vida do protagonista em sua busca de verdades absolutas,de certezas que o acalmem, que o tornem menos angustiado,mais feliz. Ele é um homem aturdido diante do excesso de informações que recebe. Nós estudamos o discurso utilizado pelo narrador -a ironia,o discurso paródico que o livro estabelece com as diversas linguagens e de modo particular, com a do conhecimento científico. Usando o riso como instrumento, o narrador denuncia o sofrimento do homem contemporâneo que, submetido a situações de extrema tensão, perde o significado da própria vida.

 

Marcia Cristina Silva

Título: A criança e o poeta: José Paulo Paes e os seres em rotação

Orientador: Lúcia Ricotta Páginas:135



O presente trabalho de dissertação propõe estudar o processo de criação da poesia infantil brasileira, através da relação entre o trabalho do poeta e o brincar infantil. Para tal, utilizou-se como suporte poemas dos oito livros para crianças do escritor paulista José Paulo Paes analisados à luz de poetas, críticos literários, filósofos, teóricos e ensaístas, incluindo depoimentos do próprio José Paulo Paes. A fim de contextualizar a poesia infantil de José Paulo Paes, foi necessário previamente estabelecer um histórico da literatura infantil brasileira, enfocando aquela produzida antes mesmo do surgimento da obra do pioneiro Monteiro Lobato. A partir das inovações trazidas pelo escritor e pelos poetas do modernismo brasileiro, destacam-se as principais características que influenciaram a obra infantil de José Paulo Paes.
Para o estudo do processo de criação da poesia para crianças de José Paulo Paes, optou-se por analisar os quatro elementos fundamentais para a construção de um poema: a sonoridade, a forma, a linguagem e a imagem . Ao analisar como José Paulo Paes trabalha com esses quatro elementos em sua obra infantil, pode-se perceber semelhanças do trabalho do poeta com o brincar infantil. Acresceu-se a essa abordagem um breve cotejo entre a poesia infantil de José Paulo Paes e a poesia infantil com enfoque meramente pedagógico e conclui que o referencial teórico proposto pode ser útil para a compreensão da relação entre o processo criativo do poeta e o impulso lúdico característico da infância.

 

Mauro Cezar de Souza Junior

Título: Leonardo Fróes: poesia, devir & êxtase

Orientador: João Camillo Penna Páginas:137



Investigação de uma das mais fundamentais questões da poética de Leonardo Fróes: o êxtase e o devir proporcionados pela experiência poética (PUCHEU: 1999). Diálogo com o conceito de “despersonalização”, de Hugo FRIEDRICH (1978), e com as idéias de “morte do Autor”, de Roland BARTHES (1988), e de “êxtase lírico”, de Michel COLLOT (2004), verdadeiras atualizações do paradigma grego arcaico-platônico do poeta éntheos (DETIENNE:1988; PLATÃO:1988; PLATON:1933). O viés ontológico do êxtase poético (NIETZSCHE: 2001, 2005; COLLOT: op. cit.). O devir e a noção de natureza dele decorrente na poesia de Leonardo Fróes, em diálogo (1) com os conceitos de “imanência” e “devir”, de Gilles DELEUZE (1997, 2004), (2) com certos aspectos da Naturwissenschaft goetheana (GOETHE: 1958, 1987, 2003), (3) com as críticas ao antropocentrismo, ao antropomorfismo e à ciência de base iluminista contidas na poética de Isidore Ducasse, o Comte de LAUTRÉAMONT (1997), e herdadas pelos surrealistas (MORAES: 2002), e, finalmente, (4) com os posicionamentos de Gary SNYDER (2005) acerca da indissociação entre o que se convencionou classificar como “natureza” e “cultura”.

 

Osmar Soares da Silva Filho

Título: Memória e História em Mulheses de abril, de Maria Teresa Horta

Orientador: Angélica Maria Santos Soares Páginas:126



Mecanismos de construção e articulação das memórias individual e coletiva. Entendimento do corpo como centro das lembranças e lugar em que se executam as práticas da história. O corpo da mulher como lugar em que se levantaram os símbolos da opressão patriarcal: a “casa”, a “praça”, a “taça” e a “água”. A poesia horteana como mimese da memória da opressão e ensaio da resistência feminina à opressão.

 

Raquel de Castro dos Santos

Título: Veredas em Sagarana: linguagem, memória e verdade

Orientador: Antonio Jardim Páginas:126



Os temas da linguagem, memória e verdade perpassam a narrativa de Sagarana. Por meio deles busca-se, nesta dissertação, a articulação com os contos. A linguagem, desvinvulada da mera função comunicativa, evidencia, também, a instauração do ser. O ser mostra-se desvelando-se, revelando-se. Verdade. O vigor do revelar-se, desvelar-se se encadeia pela presença experienciável. Memória.

 

Valéria Mac Knight

Título: Teia de encantos: horizontes na poesia

Orientador: Alberto Pucheu Neto Páginas:119



Desenvolvem-se algumas reflexões acerca da poesia moderna e contemporânea tendo como principal fundamentação teórica idéias desenvolvidas por Michel Collot. Os fundamentos da arte lírica e as transformações do lirismo são desenvolvidos ao longo do trabalho, assim como o tema central – a poesia lírica fora-de-si – que nos levou a buscar em Nietzsche um ponto de partida, por entender que o filósofo alemão apresenta um olhar que encontra na arte uma solução para o desencanto do homem no mundo. Nos debruçamos pelo caminho da poesia lírica através dos séculos: a partir de um olhar anacrônico lançado a esse percurso, pudemos constatar que a poesia lírica nem sempre foi subjetiva, o que confirma a proposição de Collot em seu texto O sujeito lírico fora-de-si de que o lirismo não se encontra no subjetivo e que talvez tenha sido este período subjetivo um estado de exceção e não de regra. A mudança do conceito do eu lírico do poeta subjetivo para o eu lírico fora de si é trabalhada com alguma insistência, a fim de apresentar o encadeamento de idéias que leve ao entendimento de que o poeta, estando fora de si, pode relacionar-se com o mundo como outro, na linguagem. Não foi escolhido um autor, mas vários, e o critério para escolha dos poemas foi entrelaçar teoria e prática poética de poetas que conseguiram subverter a realidade e introduzir encanto na trivialidade do cotidiano, possibilitando novos horizontes em suas escritas. O tema do horizonte é trabalhado a partir da fundamentação teórica em Husserl e seu conceito de estrutura de horizonte. Por analogia, o horizonte da escrita é o paradoxo da representação do real pela linguagem, da estampa da ficção compartilhada por vários sujeitos anacronicamente, a escrita atravessa os séculos e esfacela a lonjura e a distância, aproximando mundos, afastando e nos aproximando também de nós mesmos; o ser humano pode enfim desdobrar sua reflexão acerca de sua existência e sua relação com o mundo, em uma confirmação de que literatura é vida.

 

Viviane Jesus da Silva

Título: Resgatando Emília Freitas: as questões canônicas e os aspectos trágicos em A rainha do Ignoto

Orientador: Angélica Maria Santos Soares Páginas:64



Contextualização histórica do romance A Rainha do Ignoto, de Emília Freitas. A questão do cânone e a urgência em dar visibilidade à literatura de autoria feminina do século XIX. Breves reflexões sobre a tragédia e o sentimento trágico da atualidade. Traços do trágico em A Rainha do Ignoto.

 

Wellington Augusto da Silva

Título: Cidade de Deus: uma leitura formativa da desagregação



 

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